quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Ata da Reunião com a equipe do Serviço de Proteção Social Especial no Domicílio Para Pessoas com Deficiência, Idosas e suas Famílias em 24/08/2019.



Presentes: Rogéria, Lúcia, Ederson, Maria, Marisa, Karen, Cristiani, Cintia, Leonardo.

PAUTA
Sábados ( escala do sábado e acordo coletivo)
Reorganização das equipes ( rodízio entre as equipes e Assistente social que entrará para substituir a vaga da Lucia)
PIFA (construção dos processos e metodologia)
Controle dos holerites e EPI (equipe se responsabilizar no controle e entrega )
Banco de horas (enviar banco de horas sem autorização prévia, pensando na organização das escalas das duplas)


Foi feita a leitura de dúvidas encaminhadas por Viviane sobre a marcação da reunião. Rogéria explica que a presente reunião havia sido marcada para 3ª feira passada, dia 20/08, mas teve que ser remarcada porque a gestão municipal informou que nesse dia havia formação para a média complexidade. Explicou sobre reunião com a gestora Angélica e suas cobranças sobre a necessidade de amadurecimento da equipe. Destacou que é preciso pensar a organização do atendimento domiciliar e a metodologia. Leonardo afirma que a gestão municipal já cobra há tempos o CEI, mas não houve abertura para que se modificasse antes o serviço, que não visualizava a tipificação. Também levantou a consideração de tudo ser construído em conjunto e com muita cautela, mas que é necessário se refazer o marco de onde começar a participação, pois as mudanças precisam ser feitas imediatamente. Precisam ser construídos índices para avaliar passos do Serviço, isso já começou a ser discutido. Hoje, comparam dados lançados no SIGM e comparam com o plano de trabalho apresentado, dessa forma avaliam o resultado. Foi contatada Jane Valente, que se colocou à disposição para ajudar, CEI fez uma parceria disponibilizando seu espaço para Paulus poder oferecer o Curso sobre Família Acolhedora e conseguiu cinco vagas para funcionários. Haverá rodas de conversas informais com Jane, que também indicou Cacau, especialista em saúde coletiva com conhecimento de trabalho com famílias em situação de violência. Haverá uma capacitação de 28 horas voltada a questões de como trabalhar famílias, construção de estratégias de intervenção e discussão de casos, trabalho interdisciplinar entre equipes, questões de legislação na assistência. Essa formação será voltada aos técnicos do AD e do SESF. Discutimos sobre modificação do serviço, mas precisamos entender os objetivos do atendimento, recortes do município, critérios de desligamento. Discutiu-se sobre o conceito de técnicos fazerem atendimento domiciliar e os cuidadores, visita domiciliar, pelo atendimento domiciliar ser mais completo, com ação sócio-educacional; com isso, foi considerado que é necessário discutir essa terminologia com a gestão, como deverá ser lançado no SIGM, atendimento domiciliar feito por técnicos? Visita domiciliar feita por cuidadores? Leonardo sugeriu que se forme um Glossário do CEI para apresentação à gestão. Necessidade de se fazer diagnóstico, estratégias de intervenção, foco na violência, ir à família e construir algo processual, importância de se construir e se trabalhar com o PIFA. Marisa aponta que é necessário entendimento para trabalhar prioridades. Leonardo considera que é preciso repensar o reordenamento interno, ver melhor forma de se organizar tudo para melhoria do serviço. Conversamos sobre propostas de organização semanal de rotina, definição de campo e núcleo, quem pode fazer qual função nos atendimentos para que o serviço tenha uma rotina constante sem que sobrecarregue ninguém. Leonardo também informa que nessa semana serão escolhidos os profissionais que farão parte do SESF, assistentes sociais psicólogos e coordenação. Sobre o reordenamento, considerou-se repensar salas e equipes em mudança. Foi questionado qual assistente social gostaria de fazer parceria com Ederson para que nova contratada não fique sem respaldo, visto que Ederson é o único sozinho em sala e se casará em outubro, logo em seguida emendando férias ficará por volta de 40 dias afastado do CEI. Discutiu-se sobre reordenamento em forma de rodízio para que todos os técnicos conheçam todos os casos no futuro. Considerou-se a importância do apoio de todos para transição mais suave. Marisa e Maria se colocaram à disposição para conversar sobre parceria com Ederson, nesta semana trabalharão em trio, na outra semana em quarteto e nas féria de Ederson a nova profissional ficaria com Cris e Marisa faria os casos de Ederson. Após conversação, Ederson decidiu que modificará seu período de férias para novembro e somente fará os 9 dias de licença gala no começo de outubro, retornando em seguida, não havendo necessidade, dessa forma, de que Maria ou Marisa façam a troca. Combinou-se que futuramente será em conjunto construído o rodízio, assim que passar o edital em outubro. Sobre o controle de EPI, holerite e folha, conversamos sobre a necessidade de se ressignificar o papel do RH no CEI. Dessa forma, entrega de EPI e holerites passarão a ser feitos por Mariana e a folha ponto dos cuidadores passarão a ser entregues para os técnicos, que podem com maior facilidade conferir se foi preenchida corretamente com base em relatos do livro ata e na escala da equipe. Atestados de cuidadores devem ser entregues para a equipe técnica, que encaminhará para Mariana. Sobre escala de final de ano, especialmente para os dias 23 e 30 de dezembro, cuidadores deverão ser divididos em dois grupos, uma parte trabalhando no natal e outra no réveillon. Os técnicos também farão revezamento nessa escala. Marisa fala sobre o Congresso Nacional da Assistência Social em Brasília, de 30/10/19 a 03/11/2019 e fala, juntamente com Maria, sobre a participação no evento, esclarecendo que organizarão para que não seja prejudicada a equipe. Leonardo explica que há 3 tipos de participação em eventos a ser considerados pelo CEI: 1- Participação estratégica, defendendo ideias do CEI, conta como hora de trabalho; 2- Participação melhora o serviço mas não é estratégica, horas de trabalho serão abonadas; 3- Evento vantajoso somente para técnicos, usar banco de horas. Sobre escala aos sábados – acordo coletivo, Leonardo conversou sobre a possibilidade de se flexibilizar as 30 horas de 21 a sábado, mas sem existência de banco de horas ou horas extras. Na hipótese da escala aberta, o horário de trabalho seria fixo semanal, cabendo horas extras e banco de horas. Levantou a importância de se pensar no trabalho de 2ª a 6ª feira e aos sábados por escala. Dessa forma, técnico que estivesse no sábado ficaria como o responsável no dia tanto para eventual atendimento de cuidador como para eventual preenchimento de PIFA, e pelo número de técnicos cada um viria uma vez a cada 2 meses, aproximadamente. As horas do sábado seriam contadas como banco de horas ou adaptação da escala semanal. O contrato de todos seria modificado. Sobre banco de horas explicou que as horas devem ser retiradas no prazo ou empresa tem que pagar. Dessa forma, horas do banco devem ser retiradas no mesmo mês, ou apresentar plano de pagamento para horas faltantes. Esclareceu, também de que a FOP somente deve ser preenchida quando não se bate o ponto. Tudo que for encaminhado para o RH deve ser encaminhado em cópia para Leonardo. Sugeriu que se pense fazer uma lista de técnicos para os sábados, quem trabalhar no sábado das 8h00 às 12h00 compensa o número de horas durante a semana anterior. Também esclarece que o SESF terá direito a um motorista que trabalhará aos sábados, podendo ser agendada visita. Foi conversado sobre as oficinas, Marisa considerou que precisam ser melhor distribuídas, pois os horários atuais de oficinas se encavalam. Esclareceu-se que o horário é o que os voluntários se disponibilizam, e que as atividades estão focadas nas 6as feiras. Rogéria manifestou que a entrada das supervisões complicou os horários, mas que as atividades foram mesmo pensadas para esse dia. Devido a algumas manifestações de cuidadores sobre a participação de crianças na biodanza interferir no relaxamento dos adultos, foi considerado, após conversas com o facilitador, que adultos e crianças se revezarão entre manhã e tarde com frequência quinzenal, da seguinte maneira:  a cada 15 dias,  pela manhã adultos e pela tarde crianças e na quinzena seguinte, pela manhã crianças e a tarde adultos, esta última forma o começo no dia 30/08. Cristiani questiona sobre a participação dos técnicos nas oficinas, e se esclarece que técnicos podem fazer oficina durante horário de trabalho até as 17h00, e que não pode trocar seu horário de trabalho para que caiba a oficina.

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