Presentes: Rogéria, Lúcia, Ederson, Maria, Marisa, Karen,
Cristiani, Cintia, Leonardo.
PAUTA
Sábados ( escala do sábado e acordo coletivo)
Reorganização das equipes ( rodízio entre as equipes e Assistente social
que entrará para substituir a vaga da Lucia)
PIFA (construção dos processos e metodologia)
Controle dos holerites e EPI (equipe se responsabilizar no controle e
entrega )
Banco de horas (enviar banco de horas sem autorização prévia, pensando
na organização das escalas das duplas)
Foi feita a leitura de
dúvidas encaminhadas por Viviane sobre a marcação da reunião. Rogéria explica
que a presente reunião havia sido marcada para 3ª feira passada, dia 20/08, mas
teve que ser remarcada porque a gestão municipal informou que nesse dia havia
formação para a média complexidade. Explicou sobre reunião com a gestora
Angélica e suas cobranças sobre a necessidade de amadurecimento da equipe.
Destacou que é preciso pensar a organização do atendimento domiciliar e a
metodologia. Leonardo afirma que a gestão municipal já cobra há tempos o CEI,
mas não houve abertura para que se modificasse antes o serviço, que não
visualizava a tipificação. Também levantou a consideração de tudo ser
construído em conjunto e com muita cautela, mas que é necessário se refazer o
marco de onde começar a participação, pois as mudanças precisam ser feitas
imediatamente. Precisam ser construídos índices para avaliar passos do Serviço,
isso já começou a ser discutido. Hoje, comparam dados lançados no SIGM e comparam
com o plano de trabalho apresentado, dessa forma avaliam o resultado. Foi
contatada Jane Valente, que se colocou à disposição para ajudar, CEI fez uma
parceria disponibilizando seu espaço para Paulus poder oferecer o Curso sobre
Família Acolhedora e conseguiu cinco vagas para funcionários. Haverá rodas de
conversas informais com Jane, que também indicou Cacau, especialista em saúde
coletiva com conhecimento de trabalho com famílias em situação de violência.
Haverá uma capacitação de 28 horas voltada a questões de como trabalhar
famílias, construção de estratégias de intervenção e discussão de casos,
trabalho interdisciplinar entre equipes, questões de legislação na assistência.
Essa formação será voltada aos técnicos do AD e do SESF. Discutimos sobre modificação
do serviço, mas precisamos entender os objetivos do atendimento, recortes do
município, critérios de desligamento. Discutiu-se sobre o conceito de técnicos
fazerem atendimento domiciliar e os cuidadores, visita domiciliar, pelo
atendimento domiciliar ser mais completo, com ação sócio-educacional; com isso,
foi considerado que é necessário discutir essa terminologia com a gestão, como
deverá ser lançado no SIGM, atendimento domiciliar feito por técnicos? Visita
domiciliar feita por cuidadores? Leonardo sugeriu que se forme um Glossário do
CEI para apresentação à gestão. Necessidade de se fazer diagnóstico,
estratégias de intervenção, foco na violência, ir à família e construir algo
processual, importância de se construir e se trabalhar com o PIFA. Marisa
aponta que é necessário entendimento para trabalhar prioridades. Leonardo
considera que é preciso repensar o reordenamento interno, ver melhor forma de
se organizar tudo para melhoria do serviço. Conversamos sobre propostas de
organização semanal de rotina, definição de campo e núcleo, quem pode fazer
qual função nos atendimentos para que o serviço tenha uma rotina constante sem
que sobrecarregue ninguém. Leonardo também informa que nessa semana serão
escolhidos os profissionais que farão parte do SESF, assistentes sociais
psicólogos e coordenação. Sobre o reordenamento, considerou-se repensar salas e
equipes em mudança. Foi questionado qual assistente social gostaria de fazer
parceria com Ederson para que nova contratada não fique sem respaldo, visto que
Ederson é o único sozinho em sala e se casará em outubro, logo em seguida emendando
férias ficará por volta de 40 dias afastado do CEI. Discutiu-se sobre
reordenamento em forma de rodízio para que todos os técnicos conheçam todos os
casos no futuro. Considerou-se a importância do apoio de todos para transição
mais suave. Marisa e Maria se colocaram à disposição para conversar sobre
parceria com Ederson, nesta semana trabalharão em trio, na outra semana em
quarteto e nas féria de Ederson a nova profissional ficaria com Cris e Marisa
faria os casos de Ederson. Após conversação, Ederson decidiu que modificará seu
período de férias para novembro e somente fará os 9 dias de licença gala no
começo de outubro, retornando em seguida, não havendo necessidade, dessa forma,
de que Maria ou Marisa façam a troca. Combinou-se que futuramente será em
conjunto construído o rodízio, assim que passar o edital em outubro. Sobre o
controle de EPI, holerite e folha, conversamos sobre a necessidade de se
ressignificar o papel do RH no CEI. Dessa forma, entrega de EPI e holerites
passarão a ser feitos por Mariana e a folha ponto dos cuidadores passarão a ser
entregues para os técnicos, que podem com maior facilidade conferir se foi
preenchida corretamente com base em relatos do livro ata e na escala da equipe.
Atestados de cuidadores devem ser entregues para a equipe técnica, que
encaminhará para Mariana. Sobre escala de final de ano, especialmente para os
dias 23 e 30 de dezembro, cuidadores deverão ser divididos em dois grupos, uma
parte trabalhando no natal e outra no réveillon. Os técnicos também farão revezamento
nessa escala. Marisa fala sobre o Congresso Nacional da Assistência Social em
Brasília, de 30/10/19 a 03/11/2019 e fala, juntamente com Maria, sobre a
participação no evento, esclarecendo que organizarão para que não seja
prejudicada a equipe. Leonardo explica que há 3 tipos de participação em
eventos a ser considerados pelo CEI: 1- Participação estratégica, defendendo
ideias do CEI, conta como hora de trabalho; 2- Participação melhora o serviço
mas não é estratégica, horas de trabalho serão abonadas; 3- Evento vantajoso
somente para técnicos, usar banco de horas. Sobre escala aos sábados – acordo
coletivo, Leonardo conversou sobre a possibilidade de se flexibilizar as 30
horas de 21 a sábado, mas sem existência de banco de horas ou horas extras. Na
hipótese da escala aberta, o horário de trabalho seria fixo semanal, cabendo
horas extras e banco de horas. Levantou a importância de se pensar no trabalho
de 2ª a 6ª feira e aos sábados por escala. Dessa forma, técnico que estivesse
no sábado ficaria como o responsável no dia tanto para eventual atendimento de
cuidador como para eventual preenchimento de PIFA, e pelo número de técnicos
cada um viria uma vez a cada 2 meses, aproximadamente. As horas do sábado
seriam contadas como banco de horas ou adaptação da escala semanal. O contrato
de todos seria modificado. Sobre banco de horas explicou que as horas devem ser
retiradas no prazo ou empresa tem que pagar. Dessa forma, horas do banco devem
ser retiradas no mesmo mês, ou apresentar plano de pagamento para horas
faltantes. Esclareceu, também de que a FOP somente deve ser preenchida quando
não se bate o ponto. Tudo que for encaminhado para o RH deve ser encaminhado em
cópia para Leonardo. Sugeriu que se pense fazer uma lista de técnicos para os
sábados, quem trabalhar no sábado das 8h00 às 12h00 compensa o número de horas
durante a semana anterior. Também esclarece que o SESF terá direito a um
motorista que trabalhará aos sábados, podendo ser agendada visita. Foi
conversado sobre as oficinas, Marisa considerou que precisam ser melhor
distribuídas, pois os horários atuais de oficinas se encavalam. Esclareceu-se
que o horário é o que os voluntários se disponibilizam, e que as atividades
estão focadas nas 6as feiras. Rogéria manifestou que a entrada das supervisões
complicou os horários, mas que as atividades foram mesmo pensadas para esse
dia. Devido a algumas manifestações de cuidadores sobre a participação de
crianças na biodanza interferir no relaxamento dos adultos, foi considerado,
após conversas com o facilitador, que adultos e crianças se revezarão entre
manhã e tarde com frequência quinzenal, da seguinte maneira: a cada 15 dias, pela manhã adultos e pela tarde crianças e na
quinzena seguinte, pela manhã crianças e a tarde adultos, esta última forma o
começo no dia 30/08. Cristiani questiona sobre a participação dos técnicos nas
oficinas, e se esclarece que técnicos podem fazer oficina durante horário de
trabalho até as 17h00, e que não pode trocar seu horário de trabalho para que
caiba a oficina.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.