quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Supervisão

PROPOSTA DE SUPERVISÃO INSTITUCIONAL PARA EQUIPES MULTIPROFISSIONAIS DO SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, IDOSAS E SUAS FAMÍLIAS
Vinculações e apoios institucionais:
Centro Educacional Integrado "Padre Santi Capriotti" – CEI
Secretaria de Assistência Social e Segurança Alimentar da Prefeitura Municipal de Campinas – SP
Desenvolvimento de projeto de supervisão institucional como estratégia de “cuidado ao cuidador” vinculado a serviços de atendimento especializado a famílias com pessoas com deficiência e idosos com algum grau de dependência e com limitações agravadas por diferentes situações de violência e/ou violação de diretos.
Destina-se à qualificação de profissionais e serviços, apoio à reorganização dos processos de trabalho, gestão e cuidado e à interação com o território e rede de atenção. Prioriza a otimização do desempenho, do potencial criativo dos trabalhadores, assim como a satisfação profissional e a relação saudável com o trabalho.
JUSTIFICATIVA:
A atenção às pessoas com deficiência, idosas e suas famílias é, invariavelmente, uma questão complexa que, por sua própria natureza, envolve uma multidimensionalidade de fatores que demanda uma integração de diferentes áreas do conhecimento e diferentes setores da organização social. O agravamento das condições de vida e participação social dessa população, quando exposta a situações de vulnerabilidade social, violências e/ou violação de direitos, implica ainda maior necessidade de integração de esforços e estratégias interdisciplinares e intersetoriais.
Os profissionais envolvidos com o cuidado dessa população, ao compartilharem o cotidiano de suas demandas e carências, ficam expostos, inevitavelmente, às mesmas violências e vulnerabilidades contra as quais se propõem a trabalhar. Esse aspecto não pode ser ignorado quando se almeja não apenas a qualificação do cuidado, mas também o cuidado com o cuidador. Além dos aspectos objetivos da qualificação técnica e teórica, há que se cuidar dos aspectos subjetivos de formação e de suporte emocional dos profissionais que trabalham nessa área.
No processo de qualificação profissional, devemos considerar os avanços dos movimentos sociais em prol das pessoas com deficiência e dos direitos humanos que vêm impulsionando os diversos setores da área, sobretudo da Assistência Social e da Saúde, ao alinhamento com os novos paradigmas científicos, culturais e sociais para compreensão, cuidado e assistência a essa população, no sentido da superação dos paradigmas reducionistas e simplificadores da realidade.
Podemos citar, como exemplo, a construção da CIF (Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde) e a Reforma Psiquiátrica, ambas voltadas à superação dos paradigmas reducionistas para abordagem das condições sociais e de saúde de indivíduos e grupos populacionais. A estruturação do SUS (Sistema Único de Saúde) e do SUAS (Sistema Único de Assistência Social) também se fundamenta nas ideias de “rede”, não apenas como instrumentos de gestão e informação, mas também como organização do cuidado, visando a integração e racionalização de diferentes recursos, setores e níveis de complexidade. A ideia de “redes de atenção” evoca as ideias de interdisciplinaridade, transdisciplinaridade, intersetorialidade, complexidade e integração sistêmica.
 OBJETIVO:
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A intersetorialidade pode ser compreendida como uma estratégia política complexa, na qual a gestão visa à superação da fragmentação das políticas nas várias áreas onde são executadas, enfrentando muitos desafios para articulação dos diferentes setores na resolução de problemas do cotidiano, garantia dos direitos dos cidadãos e promoção de qualidade de vida.
O conceito de “rede” expressa a transformação de uma visão reducionista, simplificadora e focada no indivíduo, para uma visão complexa, multicausal, multidimensional, contextualizada, territorializada e focada na relação sujeito-ambiente. Pressupõe a constituição de múltiplas redes de comunicação interpessoal, interdisciplinar, interinstitucional e intersetorial e, consequentemente, a reestruturação dos aspectos teórico-filosóficos, técnicos, políticos, gerenciais e éticos nos mais diversos níveis de relações institucionais e pessoais, organicamente interligados.
Assim sendo, a constituição desse novo paradigma de atenção e cuidado implica profundas transformações dos processos de trabalho, de gestão e estruturas organizacionais que, por sua vez, exigem de profissionais e instituições, processos de formação e apoio para apreensão dos novos modelos e métodos de assistência e gestão.
Dentre os diversos projetos e estratégias para capacitação profissional, assessoria e apoio institucional, destacamos, como objeto desta proposta, a Supervisão Institucional.
A supervisão institucional pode ser compreendida como um tempo na organização do serviço dedicado ao acompanhamento, apoio, assessoria, discussão e análise de casos e questões da prática profissional, dinâmica das equipes, dinâmica institucional, articulações com o território e com a rede de atenção, processos de trabalho e gestão. O supervisor, necessariamente externo à instituição, desencadeia e articula as reflexões da equipe para redirecionar suas ações.
REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS
Este processo de supervisão institucional utiliza-se, principalmente, da articulação de diferentes referenciais teórico-metodológicos, a saber, Complexidade, Transdisciplinaridade, Psicanálise e Grupos Balint-Paidéia.
A Complexidade, desenvolvida por Edgar Morin, prioriza o contexto, a lógica sistêmica e a religação dos saberes para análise da realidade. Evidenciando o caráter multidimensional, transdisciplinar e dinâmico da realidade e opondo-se às abordagens reducionistas, a Complexidade se propõe ao desafio de acessar, articular e organizar as informações de modo a conceber a relação entre as partes, o todo e o contexto. Marcada pela ética da inclusão, a Complexidade permite analisar minuciosamente os mecanismos de exclusão social, propondo uma metodologia de vida, de ciência e de educação que, de fato, venha a permitir a vivência e o diálogo com a diversidade. Uma profunda reforma do pensamento que permite religar, articular e fazer dialogar a ciência, a filosofia, a arte, a política e a experiência cotidiana (Morin, 2001).
A Transdisciplinaridade é inerente à Complexidade. Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade são, em síntese, formas de diálogos entre diferentes saberes, linguagens, competências e pontos de vista. Uma comunicação que desafia os paradigmas reducionistas e simplificadores, ainda tão enraizados em nossas instituições e estruturas de pensamento. Uma comunicação que busca apreender os novos paradigmas da ciência, da saúde, da cultura. A transdisciplinaridade não nega as disciplinas e as especialidades, mas busca múltiplos diálogos e interações entre as disciplinas e além das disciplinas, integrando partes-todo-contexto, local e global, individual e coletivo, sem perder as especificidades profissionais e sem um olhar reducionista da realidade. Um diálogo que busca a integração dos conhecimentos científicos e outros modos de produção de conhecimento construídos pela humanidade. Um diálogo que busca manter, ao mesmo tempo, a unidade e a diversidade. Na abordagem transdisciplinar
torna-se impossível conhecer as partes sem conhecer o todo, assim como conhecer o todo sem conhecer as 2

partes. Atualmente, a Transdisciplinaridade, além de seu caráter metodológico, assume também uma dimensão paradigmática, ética e política, frente às ameaças contemporâneas para sustentabilidade do planeta. Coloca-se contrária à dominação de uma cultura hegemônica e enfraquecimento das culturas locais; à onipotência da tecnociência; à crença na existência de um único caminho de acesso à verdade e à realidade; à fragmentação do conhecimento e à separação entre ciência/cultura e sujeito/objeto. Propõe interações entre a ciência, a arte, a poesia, a filosofia, o pensamento simbólico, a experiência interior, a cultura e a tradição, ressaltando a necessidade de relacionar unidade e multiplicidade. “O desafio da transdisciplinaridade é gerar uma civilização, em escala planetária, que, por força do diálogo intercultural, se abra para a singularidade de cada um e para a inteireza do ser” (CETRANS, 1994).
A Psicanálise, como campo de estudo do desenvolvimento e funcionamento da psique, da construção da subjetividade e das relações intersubjetivas, nos instrumentaliza para compreensão dos fenômenos psíquicos individuais e grupais, presentes tanto nas relações das equipes profissionais, quanto nas relações entre profissionais, usuários e familiares dos serviços. Também nos fornece elementos para desenvolvimento de estratégias de cuidado e formação de profissionais que lidam com a complexidade das relações humanas, como a metodologia dos Grupos Balint-Paideia, por exemplo.
Os Grupos Balint-Paidéia (CUNHA e DANTAS, 2008), nos quais se articulam duas diretrizes metodológicas: os Grupos Balint, método desenvolvido por Michael Balint, para análise das relações médico-pacientes (BALINT, 1988) e o Método Paidéia ou Método da Roda para Cogestão de Coletivos, proposto por Gastão Wagner de Souza Campos, para inclusão dos atores envolvidos nas práticas institucionais, fomentando a democracia institucional e a integralidade do cuidado (CAMPOS, 2000).
Michael Balint, médico e psicanalista húngaro radicado na Inglaterra, desenvolveu, na década 1950, pesquisas sobre as implicações afetivas da relação médico-paciente, contribuindo para ampliação das possibilidades terapêuticas, num momento em que, apesar do grande desenvolvimento científico e tecnológico, muitos médicos relatavam um mal-estar quando expostos a reiteradas solicitações de seus pacientes e diante das quais se sentiam impotentes. Os grupos se constituíam como oferta de espaço para que os profissionais pudessem exercitar, a partir dos seus “casos vividos”, uma elaboração dos afetos presentes nas relações com seus pacientes. A partir da simulação e discussão dos casos, a metodologia permite identificar e analisar os efeitos de mútua-afetação nas relações entre profissional e paciente, permitindo a identificação e compreensão da dimensão subjetiva e do fluxo de afetos dessas relações.
Gastão Wagner de Souza Campos, médico sanitarista brasileiro, idealizou o Método Paidéia, a partir de referenciais teórico-práticos das áreas de Política, Planejamento, Análise Institucional e Educação Continuada. Inspirado no conceito grego Paidéia que significa um sistema de formação integral de cidadãos ligado à ideia de democracia e à constituição de novas formas de governar e viver, o Método Paideia é compreendido como um método de gestão e formação profissional que objetiva aumentar a capacidade de análise e de intervenção de coletivos organizados para processos complexos de produção. Organiza-se num setting de rodas humanas, como espaço de reflexão e apoio que oferece aos profissionais a possibilidade de analisar e interpretar informações; compreenderem a si mesmos, ao outro e ao contexto; ampliar a capacidade de decisão nos projetos e identificar estratégias para construção de novos padrões de relação entre as pessoas, guiados pelo sentido essencial da democracia, considerando indissolúveis as relações entre afetos, saberes e poderes (CAMPOS, 2013).
Utilizando-se das contribuições do trabalho de Balint e Campos, Cunha e Dantas (2008) construíram uma variação do método grupal, que nomearam de “Balint-Paideia”. Articulando as duas diretrizes metodológicas, os Grupos Balint-Paidéia trabalham com um enfoque político-afetivo, compreendendo a comunicação como ferramenta imprescindível da clínica ou das relações de cuidado. Na perspectiva Balint- Paidéia, ganham relevância as diretrizes da cogestão, da valorização do trabalho e do trabalhador e o fomento das grupalidades, coletivos e redes. Tornam-se igualmente importantes a sensibilidade e a disposição para negociação dos projetos de cuidado com todos os sujeitos envolvidos, sejam trabalhadores,
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usuários e familiares. Oferece um espaço onde os trabalhadores possam lidar com a complexidade do seu trabalho e das relações intrínsecas a ele, criando condições para que ocorra compartilhamento das experiências e apoio entre os pares para análise e enfrentamento das dificuldades cotidianas. A partir de simulações e discussões de casos, busca-se lidar com a subjetividade envolvida e com ofertas teóricas.
ESTRATÉGIAS
Este projeto de supervisão institucional deverá desenvolver-se junto às equipes multiprofissionais de cuidadores, técnicos e gestores dos programas de Atendimento Domiciliar e Educação Especial do Centro Educacional Integrado Padre Santi Capriotti. Considerando a importância da integração de recursos da rede de cuidados à mesma população e considerando os interesses e necessidades do serviço, também poderão participar do processo de supervisão, profissionais de outros serviços da rede, sempre que possível e desejável.
Número de participantes estimado:
 55 cuidadores
 25 técnicos
 6 gestores
 TOTAL: 86 profissionais
O trabalho deverá desenvolver-se em grupos de 20 a 25 participantes, de modo a atender necessidades e expectativas de cuidadores, técnicos e gestores. Para tanto, deverão ser realizados 04 grupos mensais, preferencialmente um por semana, com 3 horas de duração cada, mais 01 hora mensal para reunião específica com a gestão, totalizando uma carga horária de 13 horas/mês. A composição e a agenda dos grupos serão organizadas junto aos participantes, respeitando as particularidades, necessidades e possibilidades de todos os integrantes.
O processo de trabalho será constituído de abordagens analíticas e operativas. A definição de temas e estratégias de intervenção será dinâmica e processual, a partir das necessidades trazidas pelo grupo, podendo ser utilizados os seguintes recursos:
 Acolhimento das angústias do cotidiano profissional
 Identificação e análise de conflitos e necessidades dos grupos
 Desenvolvimento teórico-prático de temas levantados pelos grupos
 Estudo e discussão de casos e projetos
 Simulações de casos e situações da prática profissional
 Análise, discussão e organização de processos de trabalho e gestão
 Oficinas, atividades grupais ou laboratórios de vivências
 Troca de experiências e saberes
 Suporte teórico (leituras e exposição de temas).
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA
Esta proposta prevê um trabalho com duração mínima até a data de 31 de março de 2020, podendo ser renovado mediante avaliação realizada pela equipe, pela instituição e pela supervisora, quando identificadas necessidades e benefícios de sua continuidade.

As reuniões serão realizadas em espaços definidos e cedidos pela instituição (CEI). Quando necessário para a apresentação de materiais de apoio, será solicitado à instituição supervisionada o fornecimento de material áudio-visual como data-show, som, etc.
DADOS DO SUPERVISOR:
MARIA DE LOURDES FERIOTTI
CREFITO 3-421 TO
Fone: (19) 3258 4569 e (19) 98154 7033 RG. 8.127.617-5
CPF. 008.892.408-41
Endereço eletrônico: mlferiotti@gmail.com
coordenadora de grupos no Projeto "Comunicação de Notícias Difíceis em Maternidades da Rede Cegonha"- IFF-
equipe multiprofissional, grupos e coletivos de trabalho, políticas e gestão em saúde, supervisão institucional, apoio institucional,
Comunicação de Notícias Difíceis, Grupos Balint-Paideia.
Acesso Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9279866578042009

Empresa de Prestação de Serviços: M.L. FERIOTTI LTDA
CNPJ: 05.322.336/0001-94
Inscrição Estadual: Isenta
Inscrição Municipal: 74.901-0
Endereço: Rua Nicola Fassina 408 – Campinas – SP – CEP 13106-102
Fone: (19) 3258 4569
e.mail: mlferiotti@gmail.com
Registro CREFITO-3 (Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional): 2744-SP, Livro 021, FL 081 Registro 1o Cartório de Registros de Pessoas Jurídicas Elvino Silva-Campinas-SP no 189.942, 24/09/2002 Responsável técnica e sócia proprietária: Maria de Lourdes Feriotti – CREFITO 3 - 421-TO
  Terapeuta Ocupacional pela Universidade de São Paulo (1978), Mestre em Educação pela PUC-Campinas, Especialista em
 Terapia Ocupacional em Saúde Mental, Especialista em Filosofia da Educação. Docente da Faculdade de Terapia Ocupacional da
 PUC-Campinas; Supervisora clínico-institucional para equipes multiprofissionais da Rede de Atenção Psicossocial e Atenção Básica.
 Coordenadora e Docente do Grupo de Estudo Interdisciplinar em Terapia Ocupacional (G.E.I.T.O.); Foi docente do Curso de Terap ia
 Ocupacional da Universidade Federal da Paraíba e do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo.
 Participou do Coletivo de Estudos e Apoio Paideia - UNICAMP- líder: Prof. Dr. Gastão Wagner de Souza Campos. Participou como
  FIOCRUZ/Ministério da Saúde. Atualmente é membro da CISM- Comissão Intersetorial de Saúde Mental do Conselho Nacional de
 Saúde/MS representando a ABRATO (Associação Brasileira de Terapeutas Ocupacionais) e integrante da Coordenação Nacional do
 GT-Grupo Nacional de Terapia Ocupacional em Saúde Mental - ABRATO). Temas de estudo e interesse: Terapia Ocupacional,
 complexidade, interdisciplinaridade, transdisciplinaridade, saúde mental, atenção psicossocial, educação, educação em saúde,
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Objetivos e atividades desenvolvidas: atendimento terapêutico ocupacional, desenvolvimento de cursos e grupos de estudos interdisciplinares, divulgação e publicação de trabalhos, supervisão, assessoria, consultoria, avaliação e treinamento de terapeutas ocupacionais, profissionais e instituições de saúde e grupos de trabalho em geral que necessitem melhorar a capacidade funcional e o desempenho ocupacional.
REFERÊNCIAS:
BALINT, Michael. O médico, seu paciente e a doença. - Rio de Janeiro: Livraria Atheneu, 1988.
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Um Método Para Análise e Co-Gestão de Coletivos: a constituição do sujeito, a produção de
valor de uso e a democracia em instituições: o método da roda. – São Paulo: Hucitec, 2000. – (Saúde em Debate; 131). _________. Saúde Paidéia. – 4. Ed. – São Paulo: Hucitec, 2013. (Saúde em Debate. 150).
CETRANS. CARTA DA TRANSDISCIPLINARIDADE – 1994. Disponível em: http://cetrans.com.br/assets/docs/CARTA-DA- TRANSDISCIPLINARIDADE1.pdf
CUNHA, Gustavo Tenório; DANTAS, Deivisson Vianna. Uma contribuição para a Cogestão da Clínica: Grupos Balint-Paidéia. In CAMPOS, G.W.S.; GUERRERO, A.V.P. (orgs). Manual de Práticas de Atenção Básica – Saúde Ampliada e compartilhada. - São Paulo: HUCITEC, 2008.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Trad. Catarina Eleonora F. da Silva; revisão técnica Edgard de Assis Carvalho. – 4.ed. – São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2001.
Campinas, 24 de julho de 2019
_____________________________________ Maria de Lourdes Feriotti
CREFITO 3 – 421 TO
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